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quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Direito (bíblico) de Israel à Terra Prometida



A alguns anos atrás o Governo Bush consultou o renomado escritor cristão e profundo conhecedor das profecias bíblicas, Dave Hunt, para que respondesse às questões com que o governo americano se debatia, relativas ao futuro de Israel e do Oriente Médio.  O povo americano, que cresce e aprende a ler e escrever em cima da Bíblia Sagrada, mesmo com todos os seus defeitos, tem um grande respeito aos planos divinos. Até mesmo o Governo americano tem demonstrado essa preocupação, consultando o direito bíblico e as profecias relativas a Israel. E, de acordo com as profecias, o Governo Bush adotou sua política em relação a Israel, agindo como protetor daquela nação. No Brasil, vemos agora, na contramão das profecias bíblicas de Apocalipse, o governo brasileiro achando que tudo é questão de sentar, conversar e negociar, esquecendo-se que estão se metendo em assunto  de direito bíblico. Israel não é questão política, é "questão bíblica de direito divino".
Israel é o único país do mundo estabelecido por Deus e com direito a herança perpétua, com limites e divisas estabelecidos na Bíblia Sagrada há milhares de anos. Deus também anteviu os rumos pelos quais o mundo seguiria, até colocar a nação israelita em perigo de destruição e erradicação, não reconhecendo o direito bíblico do povo israelita. A Bíblia alerta: todos os povos que se levantarem contra Israel conhecerão a ira divina - Zacarias 12:2 -  e isso é um assunto sério. Deus procurará destruir todas as nações que se alinharem contra Israel, como fez recentemente o governo brasileiro, ferindo o direito bíblico de Israel e batendo de frente com as promessas de Deus(leia notícia aqui). Mais prudente tem sido o governo americano, reconhecendo o direito de Israel ao território que ocupa. (Excerto do comentário bíblico inserido na notícia publicada no Noticiário Evangélico: Governo brasileiro reconhece Estado Palestino com fronteiras de 1967 )

Israel segundo o Islã 

Para os povos muçulmanos, o renascimento da nação de Israel foi uma tragédia, que os árabes chamam de  "Nakba",  a data da criação do Estado de Israel. Na ótica do islã, Israel deve ser literalmente varrido do mapa, segundo as diretrizes de seu “alcorão”. E trabalham para isso através de atentados terroristas e notícias enganosas espalhadas nas mídias mundiais, sempre buscando deturpar o direito da nação israelita e mover os povos árabes a se unirem pela destruição da nação judaica (Leia uma dessas notícia aqui). Embora tente vender uma imagem de religião cercada de zelo, na verdade o islamismo é perigoso em toda sua essência, sendo tão ou mais maligno do que os discursos de ascensão de Hitler, que inflamaram a Alemanha contra o povo judeu, culpando-os pelos males que assolavam o país. Muçulmanos agora pregam na internet que a destruição do Estado de Israel é a solução para todos os problemas mundiais. É um hitlerismo redesenhado pela ótica islâmica com o fim de iludir e enganar os povos, encobrindo seu real intento de erradicar Israel do mapa do Oriente Médio.  Absurdo dos absurdos.


Esse ódio milenar dos povos árabes contra Israel só terminará com a intervenção de Deus. Somente então os povos muçulmanos entenderão que seu "alá" não é superior a Jeová. Entenderão, um dia, que Jesus é o próprio Deus, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós  e, por isso, religiões fundadas por homens jamais terão aprovação do verdadeiro Deus. Jesus ressuscitou, mas Maomé prometeu o mesmo e não cumpriu até o dia de hoje. Todos os povos islâmicos ainda esperam a ressurreição de Maomé, que não aconteceu e que jamais acontecerá!!! Maomé (mesmo tendo sido anterior a Cristo) foi desautorizado pelo Senhor Jesus Cristo, que proclamou: Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram. João 10:8

...Saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há Salvador - Isaías 43:10-11
Com essas palavras Jesus deixou claro que qualquer um que tenha se levantado antes dele (ou depois dele) como um pretenso "messias" é, na verdade, um ladrão e salteador. O mundo está cheio desses tais e a humanidade deverá entender isso através do processo de esclarecimento que haverá durante a Grande Tribulação. No final da grande tribulação, os sobreviventes, todos e sem exceção, saberão que nenhum Deus há além de Jesus Cristo. Será uma dura jornada para os povos confusos de todas as nações, pois terão que abdicar de seu ateísmo, de suas filosofias de vida, de seus falsos deuses, de seus falsos messias e de suas falsas religiões quando o anticristo lhes exigir a adoração plena. Iludidos pelo anticristo, pensarão que ele é realmente o Maytréa, o Cristo que os conduzirá a uma Nova Era. Contudo, mais uma vez ficarão totalmente decepcionados, quando descobrirem que ele é a encarnação do diabo, o próprio satanás. Infelizmente tudo isso deverá suceder, pois a humanidade rejeita a Palavra de Deus, que é a "luz do mundo". Mas por insistirem em rejeitá-la é que andam em trevas, abraçando e seguindo falsas religiões, falsos enviados de Deus, falsos mestres, falsos deuses... O terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR!!! Jeremias 22:29  (Excerto do comentário bíblico contido na notícia  Facebook remove página da 3ª Intifada Muçulmana )



Mobilização mundial contra Israel

Estamos vivenciando uma crescente mobilização nas mídias mundiais contra o direito bíblico de Israel (Leia notícias sobre as posições políticas recentemente adotadas pelo Brasil e Argentina em relação ao conflito árabe-israelense). Recentemente o Facebook viu-se obrigado a retirar do ar uma página que pregava a Terceira Intifada para destruição de Israel, conclamando os povos árabes islâmicos a se unirem numa grande e final invasão ao território israelita(Leia aqui).  Na verdade todos esses acontecimentos estão previstos no plano divino de Apocalipse e culminarão com a mobilização mundial contra os direitos do Estado de Israel. Sobre essa mobilização falou também o profeta Zacarias, onde encontramos, no capítulo 12, versículo 3: "E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra." - Zc. 12:3 Nesse tempo é que o mundo verá, com seus próprios olhos, como Deus defenderá seu povo que, embora rebelde ao Evangelho,  haverá de ser –num futuro próximo- restaurado à fé em Jesus Cristo, como parte das profecias relativas ao fim dos dias. Arrependidos  e convertidos ao Evangelho de Jesus Cristo, a nação verá a mão forte e poderosa de Deus guardá-los da ira do anticristo e das nações anticristãs no período da Grande Tribulação.

Como pensam e como agem os muçulmanos

A análise de comportamento do teólogo, ativista islâmico e tele-evangelista muçulmano Youssef al-Qaradawi, tido como “liberal”, é muito importante para entendermos o que pensam e como agem os muçulmanos. Em resumo, podemos dizer que eles falam uma coisa e fazem outra. Sua  benevolência é apenas aparência, sua tolerância apenas a medida do politicamente correto, fruto apenas da conveniência momentânea de um discurso de confraternização. Mas destruir tudo que não é muçulmano é a sombra velada do mundo muçulmano, guiado por fanáticos e insanos. Deus criou o mundo e eles, em nome de seu deus, o querem destruir, se não nos convertermos a seus dogmas.

Sua inflexibilidade tem raízes hostis contra o Ocidente e tolerância zero contra todo o mundo não-muçulmano. Eles seriam capazes de explodir uma bomba atômica com poder de destruição total do planeta, em nome da sua fé (falsa). São pessoas que matam e morrem em nome de um “deus” e uma “fé” que lhes garante que todo esse mal praticado lhes garantirá a entrada no céu. Quanta ignorância... E ainda guardam um ódio histórico e particular contra Israel. Não entendem, até o dia de hoje, que Moisés foi enviado por Deus, mas não o foi seu pretenso profeta Maomé. Enquanto Jesus Cristo foi morto e ressuscitou, Maomé até hoje não saiu de sua sepultura. E olha que ele veio bem antes de Jesus. Por isso é que Jesus Cristo disse que todos quantos se levantaram antes dele eram ladrões e salteadores (João 10:8) e que antes dele nenhum deus se formou e, depois dele, nenhum haverá de surgir(Is 43:10-11). Com essas palavras Jesus nos informa que Maomé não foi enviado por Deus e, portanto, seus ensinos não batem com os propósitos do único e verdadeiro Deus. Aliás, fica claro que, na construção do cânon das Escrituras Sagradas, não houve participação de um estrangeiro sequer. Todos os profetas eram judeus.

A Unificação dos povos muçulmanos pelo anticristo - E ao que parece, o teólogo Youssef al-Qaradaw também já entendeu que o que falta ao mundo muçulmano é um líder para sua unificação. E esse líder será, com certeza, o anticristo, que conseguirá uma aparente paz entre o ocidente e o oriente e entre árabes e israelenses. Já se pode ver sendo montado o cenário para manifestação do anticristo, a partir do momento que o Oriente Médio clama por uma autoridade que os conduza à unificação da fé muçulmana e dos povos islâmicos. O anticristo fará isso e muito mais: unificará os povos islâmicos e conseguirá uma paz temporária (o acordo de sete anos profetizado em Daniel 9:27) entre Israel e  muçulmanos, que marcará o início da Grande Tribulação. Finalizando, se o ativista é tido como um muçulmano  “liberal”, imagine como não serão os seus colegas tidos como “radicais” e “fanáticos”. – Pr. Wagner Cipriano (Excerto da mensagem-notícia Sobre a "irmandade muçulmana" e Youssef al-Qaradawi)



3ª Guerra Mundial contra Israel

Para Deus a Terceira Guerra Mundial servirá de última chance e de instrumento para revelar o Plano Divino da Salvação a ateus, rebeldes e contradizentes pela última vez. A mais de vinte séculos a Igreja de Cristo tem anunciado ao mundo o único caminho para solução de todos os problemas: O Evangelho. Ele foi dado por Deus a toda a humanidade. Não é algo particular, criado por judeus e para os interesses judaicos. Não, o Evangelho brotou -como um rio- do próprio trono de Deus, desceu a Jerusalém e, desde então, tem-se dirigido a todas as nações da terra para salvação pela Graça: E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. Apocalipse 22:1

A Terceira Guerra Mundial servirá, justamente, para revelar ao mundo o que Deus planejou e o que a humanidade não tem aceitado nem entendido: que o Senhor Jesus Cristo, rejeitado e crucificado por Israel, é o único e verdadeiro Deus; que Israel foi castigado pela sua descrença no Messias já enviado; que Deus os puniu, fazendo-os ir cativos e esparramando-os por todas as nações, mas que tornou a ajuntá-los no século XX  e lhes dará livramento quando atacados pelos inimigos em redor, no fim dos dias. Veja:

-o castigo pela rebeldia de Israel: E levarão sobre si a sua vergonha, e toda a sua rebeldia, com que se rebelaram contra mim, Ezequiel 39:26  

-Israel se arrependerá: quando eu os tornar a trazer de entre os povos, e os houver ajuntado das terras de seus inimigos, e eu for santificado neles aos olhos de muitas nações, Ezequiel 39:27

-Livramento futuro diante do ataque de Gogue e Magogue: Note, na expressão acima, onde Deus fala sobre o ajuntamento e o arrependimento de Israel, a frase seguinte: “quando eu for santificado neles aos olhos de muitas nações”. Essa expressão é, justamente, a que aponta para o livramento que Deus enviará aos israelenses quando, depois de terem sido congregados em sua terra natal, correrem o risco de serem aniquilados pela união dos povos árabe-muçulmanos, islâmicos e anti-semitas, biblicamente denominados “Gogue e Magogue”. Nesse momento, Deus será santificado em Israel, aos olhos de todas as nações. Todas as nações serão testemunhas da destruição divina do poderio bélico lançado por Gogue e Magogue contra Israel. Essa Terceira Guerra Mundial terá apenas um dia (ou alguns instantes) de duração, mas muitos dias de preparação. Em nossos dias estamos acompanhando nas mídias as notícias que apontam para esse alinhamento profético das nações que integrarão o “Gogue e Magogue”, e seus preparativos para o que eles, muçulmanos, chamam de “intifada”, quando intentarão a destruição de Israel. (Sobre isso, leia O papel profético do Egito na criação do Novo Oriente Médio)

Unificação,  Despertamento, Conversão e Restauração de Israel

Período de Unificação geográfica

Deus tem reunido o povo de Israel, disperso pelas nações desde o ano 70 da nossa era, desde o ano de 1948, quando a ONU determinou que os judeus de todas as nações ocupassem sua antiga terra natal. Essa fase de reagrupamento já está próximo de seu fim, estando quase que praticamente cumprida a profecia de Ezequiel 39:28: Então saberão que eu sou o Senhor seu Deus, vendo que eu os fiz ir em cativeiro entre as nações, e os tornei a ajuntar para voltarem à sua terra, e nenhum deles excluí.

Vemos, assim, quase finalizado o processo de reunião do “Israel espalhado” em sua terra natal novamente. Tudo, porém, é parte do plano de Deus para conduzir não somente Israel, mas toda a humanidade, ao período em que terão sua última chance de Salvação.

Período de Despertamento Espiritual em Israel

Terminado o processo de "unificação geográfica", Israel entrará em um tempo de “despertamento espiritual”, no qual reconhecerá que se cumpriu sobre eles o castigo determinado por Jeová, seu Deus, o próprio Senhor Jesus Cristo, quando sentenciou: Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintainhos debaixo das asas, e tu não quiseste!
Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta;
Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor. O despertamento os conduzirá  à reflexão, e, entendendo melhor as profecias do Antigo Testamento, ajudados pelas duas testemunhas de Apocalipse 11, verão, finalmente, o Senhor Jesus Cristo como o Emanuel prometido pelo profeta Isaías. Esse tempo será de arrependimento por tudo quanto fizeram contra o nome do Senhor Jesus Cristo e contra o Seu Evangelho. O despertamento conduzirá a nação israelita ao "arrependimento", e, por fim, à conversão e restauração espiritual da nação.

Período de Conversão e Restauração de Israel a Jesus Cristo

O próximo passo divino será “converter” Israel à fé em Jesus Cristo. Num futuro próximo, Israel se converterá a Jesus Cristo, ao qual negam já por cerca de dois mil anos.  A nação entenderá isso, se  “converterá” à fé Jesus Cristo. Depois de convertida, Israel será restaurada à posição de “povo de Deus” e, nesse tempo,  cercada pelos inimigos, será milagrosa e maravilhosamente “livrada” dos seus adversários pela intervenção divina. Deus procurará destruir todos quantos se levantarem contra Israel: E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém; Zacarias 12:9 Nesse tempo a nação israelita será instruída e conduzida pelas pregações proféticas das duas testemunhas de Deus, que pregarão e ensinarão as profecias a partir da praça central de Jerusalém, com poder e grande autoridade divinos, conforme predito em Apocalipse 11. Elas orientarão o povo israelense durante o processo de  conversão e restauração espiritual da nação, testemunhando que Jesus Cristo é o Messias verdadeiro. 

Haverá um “novo” Oriente Médio, segundo as Escrituras?

Segundo as profecias, sim. Mas não acontecerá como muitos pensam, que o perfil do Novo Oriente Médio será islâmico. Não, isso não acontecerá. Deus reserva a Israel e ao Evangelho a vitória sobre o islamismo, um dos principais causadores do anti-semitismo, desde os períodos do Antigo Testamento. É um ódio milenar, fruto de diferenças familiares e religiosas. Contudo, o próprio Egito, como já vimos, terminará por se aliar a Israel, ainda que, no presente momento, possa cair nas mãos da teologia islâmica. E, em breve, não somente o Egito, mas todo Oriente Médio será cristão e não islâmico, como hoje. Embora o Oriente Médio ainda deva, inicialmente, ser unificado pelo anticristo, em seu propósito de destruir a nação de Israel, as profecias garantem que os inimigos de Israel se converterão a Cristo. Aliás, diga-se de passagem, no processo de revelação das profecias relativas ao fim dos dias, as facções religiosas, dentre elas o Islã, desaparecerão da face da terra pela ação das revelações divinas reservadas ao tempo do fim, e serão substituídas pelo entendimento de que Jesus Cristo é o Messias enviado por Deus, e o único Senhor e Salvador, cumprindo-se a profecia que diz: E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados. Jeremias 31:34  

O que a Bíblia nos reserva no futuro próximo?

O futuro reserva ao fim dos dias um tempo de grande sofrimento, que superará tudo que se viu até então. Mas será também um período de grandes revelações bíblicas que transformarão a humanidade ou, pelo menos, o que restar dela. A humanidade passará por uma fase em que será constantemente confrontada com seus erros, com seus pecados, com suas filosofias pagãs, com suas infelizes escolhas, com sua falsa moral, com suas violências, com seu ateísmo, com suas falsas religiões, com seus falsos mestres e doutores, e será levada a buscar a salvação real que Jesus Cristo oferece. Isso se dará num período em que o Anticristo estará no governo e, todos quantos não creram em Jesus -antes do Arrebatamento- terão que tomar sua decisão final: receber a marca da besta e viver sete anos -no máximo- e, depois, ser lançado no lago de fogo com todos os perdidos ou aceitar a Jesus Cristo como Salvador, negando receber a marca da besta, e sofrendo as consequências da perseguição religiosa que será instituída pelo diabo contra os que crerem.

O fim da Grande Tribulação trará o Milênio e a Paz Prometida

Após o cumprimento de todas as profecias reservadas ao tempo da Grande Tribulação, o que restar do mundo -como o conhecemos-, entrará em um período de entendimento bíblico completo. Nenhuma profecia da Bíblia Sagrada será mais questionada, mas crida, entendida e respeitada. Será o início do Reino Milenar de Jesus Cristo, que governará o mundo a partir de seu trono em Jerusalém. A Bíblia Sagrada tornar-se-á, nesse tempo, autoridade máxima entre todos os povos, como deveria ter sido desde o princípio. Nesse tempo, quem viver nele saberá, simplesmente, que um dia Deus se fez carne, veio ao mundo, se chamou Jesus Cristo, habitou na terra ensinando o caminho estreito do Evangelho da Salvação, e jamais fundou ou determinou a fundações de falsas religiões. Jesus Cristo será, finalmente, reverenciado por todos os povos como o único e verdadeiro Deus: "Antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador" (Isaías 43.10-11). Todos, enfim, crerão apenas no Evangelho e saberão que as falsas religiões foram idealizadas, constituídas e manipuladas por meros homens, sem o Espírito Santo de Deus, e serviram para causar divisões, contendas, escândalos, criar falsas doutrinas e negar o Evangelho, vindo a constituir o grande império chamado “babilônia religiosa”, a grande meretriz, que será destruída por Deus, no período da Grande Tribulação. (Excertos da mensagem bíblica O Papel Profético do Egito na Criação do Novo Oriente Médio)



O Direito Bíblico de Israel sobre seu território

O direito de Israel à cidade de Jerusalém e ao território que ocupa a nação é incontestável. O território israelense foi dado por Deus ao povo de Israel e não há homem no mundo que mude esse fato e altere esse direito. E, para provar isso, o próprio Deus agirá, em breve, em favor do seu povo, mostrando seu braço forte e sua mão estendida sobre aquela nação. Todo o direito dos homens não chega aos pés da Palavra de Deus. O direito dos homens pode ser roubado, torcido, usurpado, deturpado ou lesado, mas o direito garantido por Deus não há força no mundo que o destrua ou o invalide. O direito de Israel ao território que lhe foi dado por ordenança divina é imutável. Tanto que o ilustre Dave Hunt dedicou a totalidade de um de seus livros a esse tema, cujo título já nos transmite a essência de seu conteúdo: "Jerusalém: um Cálice de Tontear". Nele o autor aborda todas as perspectivas desse conflito, que envolverá todos os povos da terra, que se posicionarão a favor ou contra Israel.  (Excerto do comentário bíblico publicado na notícia Benjamin Netanyahu mostra na Bíblia o Direito israelense sobre Jerusalém)

A Terra Prometida

O direito bíblico de Israel está evidente no livro mais antigo, lido e respeitado do mundo: a Bíblia Sagrada. Nela lê-se:

Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra... e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e... abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei os que te amaldiçoarem...

Gênesis 12.1-3

Naquele mesmo dia fez o Senhor aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates... eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre.

Apareceu-lhe [a Isaque] o Senhor, e disse... a ti e a tua descendência darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai... Perto dele estava o Senhor, e lhe disse [a Jacó]: Eu sou o Senhor, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora estás deitado, eu ta darei, a ti, e à tua descendência.

Gênesis 15.18; 13.15; 26.2-3; 28.13

E vos levarei à terra, acerca da qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão: Eu sou o Senhor.

Êxodo 6.8

Em herança possuireis a sua terra, e eu vo-la darei para a possuirdes, terra que mana leite e mel.

Levítico 20.24

Eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre.

Jeremias 7.7



Tais versículos deixam bem claro que Deus deu a Israel uma terra para possuir para sempre. Essa promessa não dizia que os judeus sempre teriam alguma terra em algum lugar do mundo, mas que eles possuiriam uma terra específica como herança que Deus lhes tinha prometido. Tal promessa nunca foi feita a qualquer outra nação ou povo. Só esse fato faz tanto o povo judeu quanto a terra de Israel absolutamente singulares. E até que esse fato seja reconhecido por Israel e todas as outras nações, este mundo jamais conhecerá a paz.

Como os profetas os preveniram, os israelitas foram lançados fora da terra (prometida) por causa de sua desobediência ao Deus que a havia dado a eles. Com o passar dos séculos, os judeus, agora espalhados pelo mundo, perderam a convicção de que a terra de Israel lhes pertencia. Ao mesmo tempo, a perseguição e o massacre que eles sofreram nas suas comunidades nas mãos dos gentios à sua volta fizeram com que ansiassem por uma terra própria. Eles eram um povo sem país que chamassem de lar; e o desejo por uma pátria nacional judia começou a criar raízes enquanto o anti-semitismo aumentava, principalmente na Rússia e Europa no fim do século passado. Desse desejo brotou o movimento sionista.

O Sionismo e a Terra Prometida

O primeiro Congresso Sionista aconteceu em Basiléia, Suíça, em 1897, inspirado pela publicação em 1896 de O Estado Judeu de Theodor Herzl. Deve-se entender que a motivação de Herzl não foi primeiramente inspirada pela fé no Deus de Israel e Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. Sua intenção não era necessariamente um retorno à terra que Deus havia prometido ao Seu povo escolhido. É questionável quantos dos primeiros sionistas realmente acreditavam que Deus existia e havia feito tal promessa. A motivação de Herzl era puramente política e econômica, atiçada pela onda do anti-semitismo que varria a Europa logo após a controvérsia que cercara o Caso Dreyfus (a falsa acusação de traição e condenação errônea de Alfred Dreyfus, um jovem capitão judeu do exército francês). Ficou tão óbvio que os judeus precisavam de um refúgio seguro em algum lugar no mundo, que somente um Estado Judeu poderia oferecer.

Muitos, se não a maioria dos primeiros sionistas, não se importavam qual terra eles receberiam, contanto que pertencesse a eles somente. Ela não precisava necessariamente ser a antiga terra de Israel. Alguns estavam até dispostos a aceitar um território na África. O próprio Theodor Herzl fez negociações tendo em vista terras no Protetorado Britânico que não ficava na Terra Santa, mas adjacente a ela. Quando lhe ofereceram ao invés delas uma área de 10.000 quilômetros quadrados na África Oriental, o movimento sionista dividiu-se entre aqueles que queriam aceitar essa oferta e aqueles que insistiam que o Estado Judeu devia ser na Palestina. Essa amarga controvérsia ainda não havia sido resolvida quando Herzl morreu no dia 3 de julho de 1904. No entanto, para honrar o papel vital que Herzl exercera, seu corpo foi levado a Israel em 1949 para novo sepultamento ali.

Assim o próprio movimento sionista dividiu-se nas duas posições opostas que se podem tomar em relação a Jerusalém e Israel. Como vimos no primeiro capítulo, ou a Bíblia é verdadeira e uma terra específica foi dada por Deus aos judeus para ser sua para sempre, ou então não existe Deus e a idéia de que a terra de Israel foi prometida aos judeus é um mito. Se a primeira alternativa é verdadeira, então Israel não pode se atrever a trocar nada de sua terra pela "paz".

Uma Proposta Radical (mas Bíblica)

Além disso, se Deus existe e a Bíblia é verdadeira, então ao invés de tentarem tomar a terra dos judeus, seus vizinhos árabes deveriam estar devolvendo ao controle judeu todo o território que Deus prometeu a eles, e as Nações Unidas deveriam estar se alinhando com esse entendimento. Essa é uma conclusão radical do ponto de vista tanto de Israel, dos árabes e do resto do mundo. Porém, tal ação segue logicamente o que a Bíblia declara repetidamente e na linguagem mais simples.

O retorno de toda a Terra Prometida ao controle de Israel não envolveria, é claro, a expulsão de seus habitantes presentes. Iria, no entanto, dar ao governo israelense autoridade sobre aquele território. Não há dúvidas de que tal mudança na administração iria beneficiar todo o Oriente Médio. Para reconhecer a verdade dessa afirmação, é preciso apenas fazer uma comparação da prosperidade da terra de Israel com a carência dessa terra antes do controle judeu e com a pobreza atual de seus vizinhos árabes, como qualquer visitante dessa área do mundo sabe. (Excertos do subtítulo “A Terra da Promessa”, do Livro Jerusalém, Um Cálice de Tontear)



Conclusão

Como vimos, Israel é um país único, criado e mantido por Deus para seus próprios propósitos. Tanto Israel quanto o restante das nações tem perdido muito de não examinar as Escrituras, como aconselhava Jesus Cristo. E, com o rápido aproximar do tropel dos cavaleiros de apocalipse, torna-se, a cada dia, mais urgente e necessária uma maior compreensão bíblica sobre os acontecimentos proféticos de nossa era e a questão dos direitos de Israel sobre o território que Deus lhes deu a quase quatro mil anos. Do exato entendimento sobre esses assuntos pode depender a futura existência ou destruição de muitas nações.

Que Deus abençoe a todos com entendimento, para que se salvem.

Pr. Wagner Cipriano

 


E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém;

Leia também: 

Biblioteca Evangélica: Jerusalém - Um Cálice de Tontear, de Dave Hunt

 


Saiba mais sobre o Direito de Israel, lendo: 

Ministro de Israel declara: "ISRAELITAS E EVANGÉLICOS ESTÃO TODOS NO MESMO BARCO"

Se Israel afundar, todos afundaremos

Cultura Evangélica: PAZ PARA ISRAEL

A questão bíblica da Paz para Israel e Oriente Médio 

Governo brasileiro fere direito de Israel na Bíblia 

Biblioteca Evangélica: QUE FUNÇÃO ISRAEL DESEMPENHARÁ NO FIM DOS DIAS?

A Nova Aliança de Deus para Israel




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